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Cintia Blank

A clínica psicanalítica não precisa escolher entre técnica e alma.

Rigor e sensibilidade. Teoria e símbolo. Estrutura e intuição. Na minha prática, essas dimensões não competem. Elas se integram.

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Reunir as partes.
Reconhecer a inteireza.

A psicanálise integrativa é um movimento de reconciliação. De histórias. De partes internas. De experiências que ficaram isoladas.

Quando nos integramos, algo se reorganiza por dentro: a percepção clareia, as escolhas ganham direção e a potência deixa de estar dispersa.

Conheça minha história

Talvez você esteja pronta.

Se você busca um espaço onde possa ser ouvida com profundidade, respeito e presença, este é um lugar seguro.

Se está cansada de se dividir entre o que sente, o que pensa e o que mostra, talvez seja hora de um processo de integração biográfica.

Saiba mais

Manifesto

Não ofereço caminhos rápidos para dores profundas.

Não transformo sofrimento em slogan. Não reduzo processos terapêuticos a técnicas soltas. Não uso espiritualidade como promessa de solução imediata.

Eu sustento processos.

Amadurecer exige atravessar. Integrar partes internas exige coragem. Olhar para si com honestidade é um ato de força.

Trabalho com psicanálise integrativa porque acredito que o ser humano não é fragmento: é complexidade viva. Corpo, emoções, mente e dimensão espiritual podem dialogar quando há consciência, presença e responsabilidade.

Se for para cuidar do bem-estar psíquico, que seja com profundidade.

Se for para integrar saberes, que seja com coerência.

Se for para transformar, que seja de dentro para fora.

Porque integrar não é suavizar. É tornar-se inteira.

O primeiro passo é uma conversa.

Sem compromisso. Com acolhimento. Com presença.

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